irei estreiar o blog com um conto que escrevi durante a aula e a troca de periodos, este conto é um conto sem continuidade o tornando de apenas 1 capitulo, espero que gostem.
O aguardo
Sentado em meu escritório, refletindo sobre a vida, eu aguardava. Para me distrair eu jogava com minha cadeira,o jogo era contra a gravidade , me apoiva sobre apenas duas das quatro pernas que a cadeira possuia, era um jogo o qual sempre vencia, isso me dava a sensação de mais poderoso que a natureza, então a cada rodada, eu torcia para que a cadeira me puxasse ao chão, pois se não o fizesse, haveria um momento que eu pensaria que sou invencível, acharia que posso vencer de qualquer coisa e qualquer um.
Meu desejo é atentido, pelo telefone, que tira meu equilibrio com o seu toque agudo, quase machuca meus ouvidos.A cadeira vai ao chão enquanto temo a dor que posso receber no impacto, uma dor desconhecida e proxima, uma dor leve ou insuportável, uma dor rápida ou devagar, a duvida me corroe por dentro então decido me entregar as gravidade e deixo o destino decidir meu futuro.A cadeira acerta o chão enquanto o impacto passa de minha coluna até a ponta de meus dedos, como se um trem passase por cima de mim sacudindo cada de meus òssos incontrolavelmente. A dor angustiante me faz esquecer o barulho irritante do telefone, por um momento cogito a possibilidade de estar morto, pois tudo está tão silêncioso,silêncio na imensidão, será que estou finalmente sozinho?
O som invadindo minha mente, faz com que eu obtenha uma resposta negativa, logo que me recupero do atropelamento, pego o telefone com o intuito de silencia-lo, e não para atende-lo.
Uma voz busca resposta, não faço nada, ela tenta novamente, decido atender ao chamado pois aquela voz me cativou.Ela estava falando algo sobre um produto inovador ou alguma era algo sobre uma divida antiga com um mafioso?Mas não importava, pois o som de sua voz foi interrompido pelo som de uma rajada de metralhadora em meu telhado, era a chuva, a tentativa da natureza de destruir o reinado dos homen, assim como fizemos com o seu.
Após desligar o telefone volto a aguardar, o sentimento de esperar algo e voce não poder fazer nada para evitar, este sentimento é um dos piores existentes, pois voce fica tão angustiado a ponto de pegar a arma que voce guarda na gaveta superior direta e acabar com este sofrimento. Minha mão toca a gaveta já sabendo que nos proximos segundos eu já estarei no chão, abro a gaveta lentamente tentando ganhar tempo, mas quando reparo já estou com o metal gelado da arma tocando a lateral de minha cabeça. Quando estou pronto para puxar o gatilho algo intervêem, a canpainha, fico aliviado. Me levanto indo em direção a porta enquanto penso que teria sido melhor se eu tivesse puxado o gatilho naquele momento, quanto alcanço a maçaneta o barulho irritante volta, o telefone novamente, decido atende-lo após ver quem erá, por nenhum momento cogitei a possibilidade de que não teria está oportunidade, isto foi um erro.
Abro a porta olhando para o telefone tentando fazer parar o barulho ensurdecedor, quando decido olhar para frente percebo uma pessoa em minha frente. Isso foi tudo que pude notar antes que o barulho do telefone fosse abafado e eu sentisse dois coices em meu peito forte o suficiente para me derrubar. Por um momento cogito a possibilidade de estar morto, pois tudo está tão silencioso, silencio na imensidão, será que estou realmente sozinho? Será que estou? Será...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
nuss
fico muito foda =O
Postar um comentário